“Da forma como estava o cadáver, não há como descartar a hipótese de homicídio”, diz ITEP sobre caso de parelhense

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Em entrevista ao sistema rural de comunicação, o diretor-geral do Instituto Técnico Científico de Polícia Civil – Itep, Marcos Brandão, não descartou a possibilidade do jovem Claudimar Jefferson da Silva Melo ter sido vítima de homicídio. Apesar de informar que ainda faltam outros exames a serem feitos, ele fez questão de afirmar que hipótese de homicídio é real, uma vez que o corpo estava em um estado avançado de carbonização.

“Da forma como estava o cadáver, não há como descartar a hipótese de homicídio. Porém, não tem como falar com precisão, pois ainda faltam exames a serem feitos. A nossa preocupação com urgência era a identificação humana, o que já aconteceu com os exames da arcada dentária”, destacou o diretor-geral do Itep.

Os restos mortais do jovem foi liberado na manhã desta sexta-feira (28) e segue para sepultamento no município de Parelhas, que acontece ainda hoje. Claudimar morava com a família. Todos são de Parelhas, cidade da região Seridó potiguar. O estudante, que cursava Informática no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), foi visto pela última vez com vida no dia 22, quando saiu de casa sem dizer para onde iria. Ele estava de moto quando desapareceu.

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